

FAROFA 2026 10ª Ed.!!
SAVE THE DATE!
Quem estava com saudade dá um grito, bate palma, pega o megafone e vem, que a Farofa está de volta!!!!
Chegando à sua 10ª edição, a Farofa mantém seu interesse em ser uma ação de aproximação que foca nos processos artísticos e nas relações entre pessoas, obras e entorno. Por isso, a edição 2026 não podia acontecer em outro lugar que não no Bixiga.
O Bixiga não é cenário: é território em disputa. Antes de bairro, foi quilombo. Depois, foi marcado pela migração italiana. Hoje, é atravessado por comunidades árabes, asiáticas, africanas e latino-americanas, além de acolher migrantes de diversas regiões do Brasil. Uma periferia no centro de São Paulo, onde a mobilidade e o encontro convivem com uma história profunda de resistência negra, constantemente pressionada pelo apagamento e pela expulsão.
A 10ª edição da Farofa acontece a partir do quarteirão da Casa Farofa, ativando e conectando espaços culturais independentes que fazem do Bixiga um território vivo de criação.
Além da Casa Farofa, a edição ocupa o Teatro do Incêndio, o Teatro Manás Laboratório, a sede da Cia Estelar Teatro e o Teatro da Vertigem. A ocupação do quarteirão afirma o território como rede, circulação e permanência — uma prática coletiva contra o isolamento e o desaparecimento dos espaços culturais.
⚡ Então, bota na agenda: de 07 a 15 de Março, vai ter Farofa pelo Bixiga todo - e você não vai querer perder.
SE DERRETE, QUERIDA, QUE VAI COMEÇAR! ⚡

A FAROFA é um movimento a partir do olhar da produção.
Ela nasce em 2020 a partir de uma provocação da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo / MITsp: a de que houvesse uma “cena off”, uma mostra que corresse em paralelo e fosse uma alternativa para o público e programadores.
A partir dessa primeira provocação/experiência e nas outras 8 edições que seguiram, levantamos hipóteses e testamos cada uma delas na busca de pistas que levassem ao conceito de LINGUAGEM DA PRODUÇÃO.
A FAROFA só existe porque nós, Corpo Rastreado, existimos todos os dias juntes para fazer o que for preciso dentro da produção para a criar contextos, abrir espaços e manter em movimento o trabalho nas artes cênicas.
Então neste ambiente absolutamente coletivo, que é a Corpo Rastreado, pois somos um coletivo de produtores insistindo e existindo todos os dias, a FAROFA passa a ser experimentos e testes de tudo aquilo que nós estamos pensando e criando todos os dias.
A cada edição ela surge das necessidades e urgências que a produção percebe e lê ao seu redor. Nosso olhar é a partir da produção. Neste momento, Farofa está em busca de construir dramaturgia na produção das artes cênicas. Ela deseja colocar a produção como eixo central da discussão e resolução das questões que envolvem a criação, abrindo espaço para pensar a distribuição, circulação e mediação das artes com a sociedade.
Em 2025, seguiremos investigando o processo artístico, na busca de trazer foco para o que está por trás da obra finalizada, e principalmente para o tempo da criação, permitindo que a continuidade seja a maior aliada da arte.









